It is not a Hobby Hotel Music





It is very common people listen Bossa Nova and thinking it is something that they have listened before in any elevator or in a hobby hotel. The song that has inspired people around the world was created fifty-nine years ago with a lot of Jazz influence. However, what exactly is Bossa Nova and what differences it has from Samba, the most famous Brazilian style-music, and why this is not the only similarity between them, is what you are going to find next.

The most important similarity between Bossa Nova and Samba is that they both were originated in Brazil. Bossa Nova was created at the beginning of the 50’s by Antonio Carlos Jobim (Tom Jobim), when Brazil initiated a cultural and economic revolution which was worth a new name: the new wave (Bossa Nova). Although, it was invented by Jobim, it is impossible to talk about Bossa Nova and do not mention Vinicius de Moraes. Together, Vinicius and Tom, have composed the most popular song “Girl from Ipanema” (Garota de Ipanema as you say in Portuguese). Original of the same country, but older than Bossa Nova, Samba is the root of the Brazilian’s music and culture. Like Blues, Samba is an "invention" from black African prisoners interned in the huge South American plantations. Therefore, if the Blues is sad like a cotton field, samba is cheerful, furious, and sunny. The Brazilian environment and a less fierce form of slavery there promoted a completely different Negro-American expression, resulting from the same reasons but in completely different conditions. The samba grew, of course, in the most colonized regions, first, in Rio de Janeiro, but also in São Paulo and Bahia. Closer to the Blues the song are more nostalgic than sad. Although, Samba has a lot of in common with Bossa Nova, and vice-versa, they rhythmic are very different.

In fact, samba and Bossa nova have this particularity: while samba has a very fast rhythmic and it can be dance (it is a very fast dance and Brazilians girls shake their hip with strong skills to amazed watchers), Bossa Nova is soft and has a different beat (and usually you do not dance Bossa Nova, just enjoy it!). Samba is faster because it is played with various percussion instruments: “repique”, “surdo”, “caixa”, “ago-go”, “pandero”, “tamborim”, “cuica”, and “chucalho”. Those instruments are incorporated into an authentic Brazilian Samba and when played together they are called “batucada”, which has one hundred and seventy beats per minute. The structure of both genres of music styles is very strong and marked by some dissimilarity.

While Samba music traditionally dealt with the hardships of the Brazilian working class, and poor people from “favela” (ghettos), Bossa Nova focused on the idyllic atmosphere of the prosperous neighborhoods along the beaches of Rio de Janeiro. Similarly, Bossa Nova composers and musicians tended to come from the middle and upper classes. To reflect its theme of a luxurious lifestyle, Bossa Nova borrowed the melodious chord structures found in American jazz while retaining the drum rhythms of Samba, but at a slower and more relaxed tempo. However, even with many similarities and contrasts, Bossa Nova and Samba can be enjoying nowadays with the same passion from the past and there is no one better than the other.

They both come from the same region and, for different reasons, became very important for the national culture in that country. Because of that, do not try to say a Brazilian that their song sounds like a hobby hotel song for you. It is like to say their “national anthem” is not fun, and ordinary enough to be listened in an elevator!

Depois de ouvir sobre Paris, você vem falar em felicidade!

Tá bem. Vou tentar.
Mas, vem cá, você é feliz?

Você também tá de viagem marcada a Paris e vem me jogar na cara os dez anos de passado que não se recuperam mais?

Onde ficou guardada essa frase, quando na mesa daquele restaurante à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas seus olhos viam tempestade à minha imagem e semelhança?

Quando unir suas mãos as minhas seria mais um ato de rebeldia suficiente capaz de emergir a terceira guerra mundial?

Onde estava a coragem, o desespero, o desejo, a certeza quando você me deixou escapar entre os dedos calejados?

A esperança no futuro estava mesmo no outro, naquela ligação que vc só atendeu quando voltou à sua terra, ao seu eu, ao seu sobrenome e a todos aqueles que o valham. No vazio do novo, ficou apenas a minha cara, lavada, sem maquiagem, e a pergunta vamos lutar por isso?
Não parecia valer a pena e essa pena aos anos se passara. E hoje EU pergunto, você é feliz? Está sendo feliz?
Como pode me dizer que é triste o destino que cabe perfeitamente na medida dos seus braços?
Na medida do acomodado futuro que todo mundo disse um dia ter pra você?
Eu nunca estive nesse espaço - tão belo e intacto - mas conheço de cor e salteado todas as palavras que rodeiam o seu mundo encantado. Porque eu sempre estive do outro lado, do lado de lá da margem, olhando o mundo girar, andando aos passos largos. Esperando você me alcançar, quando não valeria mais a pena lutar.




Minha inédita segunda vez, em Paris.

A primeira vez que eu fui a Paris foi meio que sem querer - não pelo NÃO QUERER do verbo sem querer, mas pelo atropelo dos fatos e circuntâncias - que hoje em dia não tem valor nenhum. Portanto, Paris à primeira vez não foi uma viagem programada, foi mais uma tentativa frustrada de impedir o destino de acontecer.

Porém, a minha segunda vez em Paris foi inédita. Quase um clichê. Dia e noite cheio de aventuras fantásticas, temperos inéditos, curiosidades, acertos, desacertos e PARIS AO FUNDO.

Incrível.


Mas o melhor de tudo, eu guardei pro final. Quando estive na cidade, em 2007, não subi ao topo da torre por medo de nunca mais ter a oportunidade de voltar lá com um amor de verdade. Por isso, guardei a delícia do passeio como pretexto para voltar a Paris. E assim sendo, voltei a Paris em 2009. Agendamos uma data especial, abrimos uma garrafa de champagne e subimos ao topo, num dia de domingo, sem chuva.


Foi a glória. Meu maior acerto, no desespero do meu coração feliz!


Por isso, por Monet, pelo Musee D'orsey, pelos crepes, pela minha segunda vez inédita na cidade e pela Paris que não cansou de ser bonita, de ser meu Rio de Janeiro internacional é que hoje eu volto a escrever no meu blog. Cheia de cicatrizes que Paris deixou na minha pele. Pelo francês que eu já não gaguejo tão bem, e que voltou a me inspirar de verdade.


Pura e simplesmente mágica, a vazia existência de se permitir mais uma vez em Paris extrapola dentro de mim.


De verdade e cheia de sims. Sim, eu disse sim. Em PARIS.



A . M . I . G . A

Tudo aconteceu assim meio que por acaso.
Eu tava sentada na frente do meu computador, no meio da promoção da Jovem Pan, e a Cau tava do outro lado trabalhando, de olho em tudo que acontecia a nossa volta. Eu não a conhecia. Ela não me conhecia também não. Tínhamos uma amiga em comum que quando soube que eu iria trabalhar na rádio fez o comentário profético: acho que vc vai ficar amiga da Claudinha. Mas até aí, nada de mais né? Até eu deixar meu messenger ligado e ir ao banheiro. Esse simples ato tão banal não passou despercebido e marcou o começo daquela que seria uma grande amizade. Quando voltei para sentar na minha cadeira, uma mensagem: "aqui tem muitas pessoas bisbilhoteiras, não deixe suas coisas expostas nem por um segundo!" Adorei. Adorei o cuidado, a atenção e a pré-disposição em ser amiga. Nada contra mim. "Nada contra eu ser nova no pedaço". Para Cau, eu nunca fui uma ameaça, eu era apenas uma expectativa. Uma amizade pronta pra nascer. Depois disso, passamos a dividir o ónibus de volta para casa. Eu preferia o primeiro que passasse, mas a Cau amava o 172.


- porque tem ar e custa só um pouco mais. Além do mais, fica vazio depois que passa da praia de botafogo.

- tá bom, eu não me importo em esperar, mas pra mim, tanto faz!


Depois de dividirmos o mesmo ónibus, passamos a ter uma "night", no Letras, só nossa. A ter uma turma só nossa e a partilhar segredos só nossos. A Cau passou a ficar tão íntima que dava festa na minha casa em Ipanema - ela mesmo mandava os emails comunicando as pessoas sobre a festinha na casa da Lelê - eu adorava! Ela fazia piada sobre as minhas besteiras e tenho certeza que as adorava também. Até repetia depois, como na minha célebre favorita frase:


- " se avexe não Cau, amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada!"


Ela ria!!!! Mas era má também, vez por outra me falava umas verdades na cara, mesmo que eu já tivesse com o rosto coberto de lágrimas. Ou brigava quando eu, plena de emoção, escrevia minha resenha sobre o filme da semana, com os olhos cheios de água, na sala do décimo terceiro andar, que a gente dividia - até eu ter a minha sala com feng shui e bombom! Quando mudei para minha sala, sei que ela sentiu falta. Eu adorava quando ouvia ela bater no vidro do aquário que nos separava, me chamando: Lelê, posso ir aí? Ela corria, sentava na minha frente, comia um bombom e perguntava: - que vc acha? Eu sempre achando tantas coisas, meu Deus!!! Sempre achei coisa de mais, e sempre amei demais minha amiga, e sempre a protegi de mais. Em troca, ela odiava a bruxa tanto quanto eu!!!!! Era uma aventura viver trabalhando, trocando confidências e chorando desilusões. Aquele é um período para sempre. Em nós duas. Não só porque nos apegamos para sempre, como sabemos que o começo disso dependeu de cada pedacinho de céu que tivemos naquele tempo precioso. Depois de tudo aquilo, a aventura de ser e viver, e todas as suas curvas, foi amaciada pela grandeza da amizade que entende o sentindo da palavra PARTILHAR, COMPREENDER, AGRACIAR. Onde o vazio não tem espaço, e onde o "eu sei que você está aqui para mim" ganha vida e cor a cada confissão compartilhada, sem medo, sem máscara. Não temos vergonha de ser o que somos e de mostrar a cara, assim como a ferida no peito, aberta ou fechada. Porque sabemos que somos AMIGAS, (com todas as falhas que essa palavra pode trazer e que só engrandece o sentindo de ser).




Amiga, obrigada por meu presente de aniversário MARAVILHOSO. Eu o estou devorando, já ando às voltas com último capítulo!




Lelê

VISUAL EXPLANATIONS


Sabe aqueles amigos que aparecem assim, do nada?


Você sai andando pelas ruas de New Orleans e de repente, alguém falando português, bem atrás de você, lhe faz um elogio e isso é apenas o começo de uma grande amizade e de um sintonia maravilhosa? Pois bem, eu também não conhecia esse tipo de amizade até experimentar uma. E afirmo: É MARAVILHOSA!


Enfim, depois dessa cruzada que o destino nos lançou, acabamos ficando cyber amigos e dias desse, meu cyber amigo me mandou comprar um tal livro. Ele sugeriou que era muito interessante que eu desse uma checada. Pois bem, não sou comprei o tal livro, como estou amando, não, estou devorando, página por página. Por isso, quero indicar a todos da área de design e marketing, ou a quem se interessar por um bom livro, cheio de detalhes interessantes e explicações pertinentes.


O meu chegou em dois dias pelo correio, comprei na Amazon.com e custou 15 doláres. Corram atrás do seu. E agradaçam a dica ao meu amigo. MARAVILHOSO (amigo), MARAVILHOSA (dica).

Sobre o livro:
(em inglês)


Visual Explanations: Images and Quantities, Evidence and Narrative is about pictures of verbs, the representation of mechanism and motion, process and dynamics, causes and effects, explanation and narrative. Practical applications and examples include statistical graphics, charts for making important decisions in engineering and medicine, technical manuals, diagrams, design of computer interfaces and websites and on-line manuals, animations and scientific visualizations, techniques for talks, and design strategies for enhancing the rate of information transfer in print, presentations, and computer screens. The use of visual evidence in deciding to launch the space shuttle Challenger is discussed in careful detail. Video snapshots show redesigns of a supercomputer animation of a thunderstorm. The book is designed and printed to the highest standards, with luscious color throughout and four built-in flaps for showing motion and before/after effects.

Evite


Evite viu, evite!

Mulher sem namorado, mulher sem trabalho, mulher sem maquiagem, mulher com unha por fazer, mulher com tpm, mulher com 3 kilos a mais, mulher mentirosa, mulher que não sabe fazer massagem, mulher que é sogra, mulher solteira com muitos filhos, mulher que traí, mulher jururu, mulher fofoqueira, mulher com a raiz por fazer, mulher sem dinheiro pra a escova do final de semana, mulher que não come pipoca!

Evite viu, evite!

Homem mal arrumado, homem sem cheiro, homem mulherengo, homem que mente, homem que só fala de sim mesmo, homem que manda mensagem logo depois de lhe conhecer, homem caraca, homem com sotaque, homem cheio de malícias, homem cheio de filhos (e nem um para criar), homem velho que nunca casou, homem novo que nunca amou, homem que não bebe cerveja - porque não gosta! - homem que não pára em casa, homem que vive em casa, homem que não bebe.

Evite viu, evite!

Criança mal criada, criança abandonada, criança fora de ordem, criança que rói a unha, criança que não vai à escola, criança que vive descalça, criança que fala palavrão, criança que não sabe o refrão das letras que gosta, criança que não pede perdão, criança que não reza nem uma oração.

Evite viu, evite!

Cachorro magro na calçada, gato rabugento perto da janela, qualquer coisa que lhe dê pena na rua, um animal que não pode se criar dentro de casa, uma ave que não voa, um pinto que morre cedo.

Evite viu, evite!

Portugal, e o nosso mundo encantado.





Foi assim, eu cheguei e ele me esperava sentado no banco da estação.

NÃO.

Começa a história de novo, volta tudo, ...


... era um dia de verão em Portugal. Eu chegava de Lisboa e ele não estava na estação de Coimbra à minha espera. Eu sentei em cima da mala (agora assim, tá tudo certo) e o esperei poucos minutos (ele é o Europeu, eu sou a brasileira, mas era ele quem estava atrasado) aparecer do outro lado da linha do trem (o Trem! Eu nunca tinha andado de trem antes!!!). Ele vinha lindo, com sua pele dourada do sol carioca (que custa a ficar a na pele e a manutenção é árdua).


Quando me viu, abriu o abraço e o sorriso. Era como resnacer das cinzas. Ali sim, meu verão havia chegado, mais tarde, mas estava ali. A útlima vez que havíamos nos visto foi em minha despedida no Galeão. Ambos com lágrimas no olho, nos despedíamos com sentimentos de terror e desespero, mais do que saudade e nostalgia. Havia a esperança - aquele que nos enlaçou os braços novamente, e nenhuma certeza daquele futuro eterno - que não durou nem alguns dias.

Foi um longo inverno no meu coração desajuizado. Mas foi um longo reencontro, com momentos felizes sem fim. Foi riso pra todo lado, foi conversa na praça, na estação, na sorveteria, na calçada, em todo canto, pra qualquer sermão.
Foi um unissóno "bem-vinda", foi uma tarde linda.
Foi minha primeira vez em Coimbra.
Foi às margens de onde ele nasceu e viveu, que em seus braços, meu deu vida novamente - me mostrou à nova terra, que de prometida não tinha nada, mas virou à luz dos olhos meus.
Devolveu-me a paz, o sorriso e a pele colorida - dessa vez por um sol que durava um pouco mais. Me levou à terra santa - FÁTIMA.

Me deu vinho português, me pediu caipirinha, fiz o jantar com Curry (mas sua mãe havia de desprezá-lo, por falta de paladar para o tal caril, que eu nem poderia saber como se dizer em português - digo o português bem falado, aquele que veio nas caravelas, não o meu desmantelado, cheio de gíria e trela).

Depois de muitos risos, muito sóis e algumas luas mais tarde, estávamos de volta a Lisboa.

Dessa vez, com compromissos mais sérios (mas nem tanto assim!) que nos valeram uma dúzia de risadas a mais! Uma dúzia de outras lembranças a mais e uma biblioteca no meio da nossa vida, A MAIS. Como se um André para nós dois já não fosse suficiente e precisássemos mais.


Por agora ando sentindo falta do nosso bolo de laranja na Travessa. E ando à espera de sua visita à minha casa nova... essa que aqui embaixo, ainda sem parade, mas cheia de esmero, que vai ficar linda! Ando à espera da nossa nova lembraça significativa, de uma nova história no nosso livro de memórias. Um remédio para sossegar a saudade. Uma vontade louca de ouvir aquele sotaque cheio de palavras perfeitas com "c" no meio, como no "perfecto". Como a nossa amizade, que assim, de tão bela, nasceu ao som de um sanfoneiro e uma zabumba, num dia qualquer da semana, em uma botafogo que jamais deixaremos de brindar. Pois, o meu Rio foi ponte para Portugal e seu além-mar.

Uma lelêzinha cheia de saudade para matar, viu?
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...