Forró does not come "for all"...

 
Hi there,
I have seen the misconception of the origin of the name forró being passed around for too long.
And I am tired of it.
Forró is just short for Forrobodó which means "great party" or "commotion" (in Portuguese); itself a corruption of “fauxbourdon” which was used in the Portuguese court to define a dull party.
This has also been proved by the great Brazilian folklorist and historian Câmara Cascudo, who studied the Brazilian Northeast (culture? region? or Brazil's Northeast?) through most of his life.
The suggestion of forró being a derivative of the English expression “for all” comes from the belief that in 1900, the English engineers on the Great Western Railway of Brazil, near Recife, would throw balls on weekends and classify them as either only for railroad personnel or for the general populace ("for all").
This was reinforced by a similar practice by the USAF personnel stationed at the Natal Air Force Base during World War II. The reason why the theory cannot be accepted as true and unrelated is that before the USAF were stationed in Natal, the name "Forró" was already in use.

Backwardation


 
It is finally time to move on.

I asked you so many times. I showed you so many times.

I tried to understand.

 
I cried, I begged, I said

I did, I told you, and it was only you and no one else.

I needed you and nothing else.

 
I asked if you were going to be there in the future, you said yes.

But did not pick up my call and ignored my “I love you” message

On Saturday night, bowling with new friends from work

Drinking with new partners in life,

Maybe my favorite wine, maybe at our favorite place

 
I cried, I begged, I said

I did, I told you, and it was only you and no one else.

I needed you and nothing else.

 
I now understand what you were doing

You were letting the options opened,

Telling me to stick around and deal with your lack of time for me

In name of our past and the time that meant so much to us

I begged you to let me go, to end what I could tell was gone

You asked me to understand and told me to work on things

You needed space, started things from the beginning again


I cried, I begged, I said

I did, I told you, and it was only you and no one else.

I needed you and nothing else.

I needed you and nothing else.

You said yes “me too” and left me hanging in there

For you...

 
 
The sun is filling up the room
And I can hear you dreaming
Do you feel the way I do right now?
I wish we would just give up
'Cause the best part is falling
Call it anything but love
And I will make sure to keep my distance
Say "I love you" when you're not listening
How long can we keep this up, up, up?
And please don't stand so close to me
I'm having trouble breathing
I'm afraid of what you'll see right now
I give you everything I am
All my broken heartbeats
Until I know you understand
And I will make sure to keep my distance
Say "I love you" when you're not listening
How long can we keep this up, up, up?
And I keep waiting
For you to take me
You keep waiting
To say what we have
So I make sure to keep my distance
Say "I love you" when you're not listening
How long can we keep this up, up, up?
Make sure to keep my distance
Say "I love you" when you're not listening
How long til we call this love, love, love?

Futuro retrô


 
Dizem por aí que favela tá na moda, fitinha do nosso Senhor do Bonfim tá na moda, tomar açaí tá na moda, pedalar tá na moda, não comer tá na moda, ter opinião tá na moda. Eu fico aqui pensando com  os meus botões, mas que diabos! Eu sempre tive na moda e não sabia? A minha marca é tão autentica quanto a cara lavada do trabalhador brasileiro que come sua marmita no banheiro, com vergonha de fazer feio na frente dos outros funcionários. Meu suor nunca teve etiqueta. Sem marca, sem dinheiro, sem certeza. Eu nunca soube que andava na moda. Para mim, a desgraça foi sempre uma vizinha reconfortante. Na moda, eu? Mas que nada meu amigo. Umas bobas palavras em jornal da moda [escritas por uma mão bem cuidada, de alguém que nem acordou tão cedo quanto eu e já tinha a roupa passada, antes de beliscar uma torrada e sair tomando o suco de laranja à procura de um táxi] são apenas umas bobas palavras em um jornal da moda. Dizendo que moda é a invenção da vida que a gente leva. Das poucas certezas que carrego comigo, a única coisa que posso afirmar é que a moda (aquela que eu sei porque observo de longe) é mesmo aquilo que o dinheiro compra caro. Uma logo estampada no carro, na bolsa, no salto, um nome qualquer que custou os olhos da cara. Não sei, meu amigo. Assim como se marca os bois com brasa quente, a moda marca os endinheirados com idiotice e despreparo. Para a vida e para a morte. Vivem da vida que acreditam que levam, sempre muito orgulhosos dos “problemas” que precisam resolver, porém apavorados com a idéia de não existir. O medo de não ser. Nesse caso, a moda é apenas um retrocesso. O futuro retrô da minha, da sua, da nossa sociedade capitalista. Sempre ditando o que pode e o que não pode. Inventando o futuro com peças do passado, cobrando caro por um pedaço de metal, uma sigla que significa qualquer bobagem. Uma maneira de “ser” sem ser absolutamente nada. Uma das maiores cafonices da sociedade moderna: essa tal de moda.
 

Ele faz cinema


 
Primeiro me diz não depois me transforma em ficção. Inventou que vai fazer cinema. O roteiro está sendo preparado. Um milhão de idéias na cabeça, vários livros para terminar. Eu sirvo apenas de base para ele compor a protagonista (Cecília ou Carolina). Eu – de metida – digo logo que prefiro Júlia (eu sei!, eu sei! a obra não é minha). Ela vai ter um monte de coisas que eu faço (fiz), que digo (disse), que quero (queria), que vai fazer (não fiz ainda). Não sei que diabos mais ela vai ser, ter ou fazer. Afinal, sei de mim. Dela não sei. Quem sabe da minha intimidade com certeza vain notar a semelhança (umas particularidades) que vou logo tratar de dizer que é ficção para ficar o dito pelo não dito. Ela não sou eu, eu não nunca vou ser ela. Tem tanta coisa que eu queria que fosse de verdade: na vida real e não na de mentira, na novela dessa trama. Que ele não tivesse que usar a ficção para reiventar a história que a gente não partilha.

Zanga








Ele disse que era amor.

Não ligou para eu não sofrer.

Disse que era amor,

Quando parou de me procurar e tentou me esquecer.

Contou aos amigos – entre uma cerveja e outra – que ainda pensava em me procurar.

Mas homem quando quer, não dá recado, nem manda chamar o amor esquecido.

Homem quando ama, chama, procura, telefona.

Ele disse que o amor ainda dura.

Para mim passou da validade.

Quando não se faz mais loucuras não é por culpa  da responsabilidade.

É a falta de adrelina na espinha.

Falta de sonhar apertado.

De dormir abraçado (de conchinha).
Quero acordar ouvindo seu piano entrar pelo quarto.

Quero o cheiro do meu nespresso pelos quatro cantos do nosso mundo.

Andar nua pelo país de nossa casa.

Restringir a faixa de gaza aos nossos medos e sonhos e reverter a política interna das nossas medidas.

Quero ser a dona do seu nariz e não entender nada de pareceria.

Quero ser feliz acima de nós dois desde que você tenha um sorriso no rosto.

Uma idéia na cabeça. Uma canção no coração.

E um ticket para mudarmos de vida.

Passagem de ida e volta para o mistério de se encontrar e viver a vida.


Sem respostas.... (mas à procura)

Eu passei aqui só para dizer que a cabeça tá um nó...
A vida é uma só (e corrida)
O mestrado, o trabalho, a comida, o jantar, o cachorro, os vizinhos-amigos, os vizinho que-não-são mais-amigo, os cunhados, a casa. Essa é a vida. Ela passa lentamente e se evapora entre os dedos que com pressa tentam chegar há algum lugar a tempo.
Ah! O tempo. Eu sempre tão atrasada e perdida no meu infinito pessoal continuo contando as horas. Para tudo que quero. Mas pra nada que preciso.
Você aí do outro lado, veio aqui buscar alguma resposta? Não as tenho. Mas estou à procura.
Ah! Essa minha procura.
Essa minha vontade de vida.
Ela não acaba! E eu insisto em fazer literatura para enganar a morte.
Ah! A morta.
Ela chega para todos. Eu sei.
Mas algumas vezes, ela me aparece algumas dezenas de vezes no mesmo mês.
Eu sobrevivo.
Volto a existir novamente.
Morro aos pouquinho com a falta de tempo, a falta de vida que a vida corrida me traz e a procura que nao me satisfaz.
Agora ainda tenho saudade. De mim aí, de mim aqui, de você aí, de eu está aí.
Morte, saudade, pressa, tempo.
Não tenho respostas. Só angústia e sofrimento.
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